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Idealis Team (nome sugerido)

O Idealis Team nasce
com três agentes de IA.

Uma plataforma nova para o time da Idealis, construída com agentes de IA desde o primeiro dia — não é um sistema com inteligência artificial acrescentada depois. Esta página apresenta os três agentes e faz vinte perguntas: são elas que definem como cada um vai trabalhar no nosso dia a dia.

É um projeto novo, separado do Idealis Core. O Core é o sistema da campanha — eleitor, liderança, evento. Este aqui é a plataforma do time da agência. Ela nasce pelo acervo — enviar a peça e encontrá-la depois — e vai receber outras ferramentas do dia a dia da equipe ao longo do caminho.

Os três agentes

Não é um sistema onde alguém preenche formulário. São três agentes de inteligência artificial trabalhando para a equipe — cada um resolve uma tarefa que hoje consome tempo de gente.

AGENTE 01

Revisor de texto

Recebe a arte, o documento ou o roteiro e devolve os erros de português, concordância e sintaxe — com a correção sugerida, apontada onde está.

AGENTE 02

Organizador do Drive

Entende o que é a peça pelo que o colaborador informa, escolhe a pasta certa e renomeia pelo padrão da casa. Mostra a decisão antes de arquivar.

AGENTE 03

Buscador do Drive

Responde em português. Pergunte o que precisa e ele devolve as peças que servem — com miniatura, a ficha de cada uma e o link para o arquivo.

Os três trabalham sobre o Google Drive que já usamos. Nada muda de lugar, nada é migrado, e o acervo continua sendo nosso — a plataforma só passa a cuidar do que hoje depende da disciplina de cada um.

O que está errado hoje

Todo mundo já usa o Drive, e a campanha está sempre identificada — ela é a pasta. O que falta é a ligação entre a peça e o assunto dela. Nada registra que aquela arte fala de saúde, que aquele vídeo é para o interior, que aquela foto é do mutirão.

Sem isso, procurar não é procurar: é abrir pasta por pasta, mês por mês, até bater o olho no que serve. Achar demora tanto que refazer parece mais rápido — e quase sempre é. A agência paga duas vezes pela mesma peça: uma para criar, outra para criar de novo, com o prazo correndo.

E quem lembra que a peça existe é sempre alguém específico — quando essa pessoa está de férias, ou deixa a agência, a referência do material vai junto com a memória dela.

É disso que cuidam o organizador e o buscador. O primeiro faz a ligação no momento em que a peça chega; o segundo usa essa ligação para encontrar depois.

Como o acervo fica organizado

Esta é a proposta de estrutura. É uma das perguntas mais adiante — se não for o nosso jeito, é só dizer.

📁 Candidato João └ 📁 Eleição 2026 └ 📁 2026-08 ├ 📁 Artes 20260811-joao-arte-saude-v1.jpg ├ 📁 Vídeos 20260811-joao-video-obras-v2.mp4 └ 📁 Fotos 20260811-joao-foto-caminhada-v1.jpg

A data no começo do nome faz a pasta se organizar sozinha, da entrega mais antiga para a mais nova. O nome do candidato junto garante que o arquivo continue sendo reconhecido depois de baixado, solto no computador de alguém.

E quando alguém precisa achar

“Tem algum material bom para falar de saúde no interior?”

exemplo ilustrativo

Posto novo em Barretos — arte para Instagram
SaúdeMostrar obra entregue BarretosCampanhav2
20260712-joao-arte-saude-v2.jpg · Marina Souza
Depoimento da enfermeira — vídeo de 40 segundos
SaúdeDar prova social InteriorPré-campanhav1
20260628-joao-video-saude-v1.mp4 · Rafael Dias
Mutirão de exames — três fotos
SaúdeRegistrar ação BarretosCampanhav1
20260703-joao-foto-saude-v1.jpg · Marina Souza

Cada resultado carrega o que foi informado no envio — tema, objetivo, praça, fase e versão. É por isso que a busca consegue responder “bom para isso” em vez de só listar arquivos.

É aqui que as suas respostas mais pesam. A busca só consegue responder aquilo que foi registrado no momento do envio. Por isso perguntamos, mais adiante, quais frases que a equipe realmente usa quando procura um arquivo.

O que muda para cada um

Para o colaborador: um aplicativo no celular, envio em segundos, e o fim de “onde eu salvo isso?”. Ele vê apenas as campanhas em que trabalha.

Para o gestor: um painel no computador para convidar a equipe, definir quem trabalha em quais campanhas, aprovar pasta nova e buscar no acervo inteiro.

Para o acervo: tudo continua morando no nosso Google Drive, com a organização de sempre — só que aplicada por igual, todo dia, sem depender da memória de ninguém.

Por onde você quer começar

Duas coisas, e você pode fazer as duas na ordem que preferir.

01

Responder o questionário

Vinte perguntas que definem como o aplicativo vai funcionar — as pastas, o que o colaborador informa ao enviar e o que a busca consegue responder depois.

Começar a responder
02

Testar a simulação do app

As telas navegáveis no celular: o envio de material, a busca e o revisor de texto. Dá para tocar em tudo antes de a gente construir — é assim que se descobre o que falta.

Abrir a simulação →

As vinte perguntas

São as perguntas necessárias para definirmos bem o funcionamento do aplicativo — como as pastas se organizam, o que o colaborador informa ao enviar e o que a busca vai conseguir responder depois.

Terminou?

Envie o que já preencheu. Se depois quiser corrigir ou completar alguma resposta, é só enviar de novo — vale sempre o último envio.